Quelques haïkus

Très sympathique

L’humeur arrive aux gens

C’est temps de printemps

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Son coeur a gardé

Les mots qu’elle n’a pas dit

L’esprit déborde

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Les enfants dansent

Pour imaginer la vie

Que personne n’espere

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À force de maigrir

Elle a disparu

Dans l’imprécision de ses propres pensées

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En regardant par la fenêtre

J’ai décidé de sauter

À la prochaine page du livre

Dieta

De tanto emagrecer

Sumiu

Na vaguidão dos próprios pensamentos.

Todos os dias

Todos os dias eles se colocam ali. Em pé, parados, com os rostos encostados na grade do portão.

Por alguns instantes ou enquanto suas pernas suportarem o peso de seus corpos.

Do lado de dentro observam o movimento da rua.

Talvez esperem que alguma coisa os tire da rotina.

Talvez pensem sobre o que de errado acreditam existir naquele vaivém.

Talvez simplesmente estejam ali, parados.

Ele de boca aberta e olhos perdidos.

Ela cantarolando uma música guardada na cabeça ou no coração.

Eu quero uma casa

Eu quero uma casa. E não precisa ter sala nem porta da frente.

Eu quero muito espaço, com uma enorme mesa ao centro.

E um quintal, para plantar pensamentos, colher alegrias.

Poder guardar uma bicicleta. Duas ou mais.

E reunir festas e poesias.

Flores são sempre bem-vindas. De todas as cores.

E não podem faltar muitas árvores, frutas e sabores.

Quero uma área grande para dançar loucamente.

Receber desconhecidos, amigos e parentes.

Quero reuniões, bagunças e barulho.

Uma cozinha com cheiros e costumes.

Quero uma casa em que caibam muitos colchões.

Que venham com eles histórias, descobertas, emoções.

As várias janelas quase nunca se fecharão.

Sussurros e segredos por elas entrarão.

E pelas portas saudades e desejos sairão.

Eu quero uma casa.

Não precisa ser grande. Mas que caiba a criação

De soluções, momentos e paixões.

Cores,  formas, estilos, presentes e olvidos.

Eu quero uma casa.

Para encontrar olhares e perder sentidos.

Para rolar na grama e ouvir ruídos.

Ver as formas das folhas, contar as cigarras

E seguir as formigas até suas casas.

Eu quero uma casa.

Para dizer volte sempre!

Poesias anônimas

Vou postar uma poesia que um amigo argentino escreveu. Provecho a todos!

OPORTUNO FUE EL AMOR…

CUAN INFINITA ES LA PASION QUE ENVUELME MI CORAZON,

EN SALIDAS QUE ACTIVAN LAS CARICIAS DESCONOCIDAS…

DE  HOMBRES Y MUJERES FIELES A SU SENTIR, POCO TRANSPARENTES AL SUFRIR.

CREO HABER SIDO JUZGADO MAS DE UNA VEZ

POR CUERDOS HABITOS DE JUZTICIA,

EN EL ORDEN DESORDENADO…

POR LA ESCLAVITUD DE LOS ACTOS.

FUERA DEL ENTENDIMIENTO ESTA EL LIMITAR EL RAZONAMIENTO…

EN EL PROCESO DE APRENDIZAJE NO AHÍ QUIEN SAFE,

SE REIRAN LOS LOCOS Y QUEDARAS ENRREDADOS LOS CUERDOS…

LAS ALMAS BAGAN POR EL DECIERTO DE LA CONCIDERACION Y MOMENTOS DE DISTRACCION.

HOY BAGO POR LOS SUEÑOS  QUE ALGUNA VEZ TUVE DE PEQUEÑO

CREO HABER VISTO LUZ AL CAMINAR POR ESTE LARGO DESPERTAR,

DEJE EL PASADO ATRÁS, DEJE DE MIRAR… ME LARGUE A VOLAR!

MARES DE LAGRIMAS DEJE AL DESPEGAR.

(Ignacio Maldonado)

Bom senso

Ah se eu fosse mais sensata

usaria meu senso

pra praticar insensatez,

aí meu senso não seria bom,

seria ótimo!

Senso sensato

Senso sensato da sensatez,

mas se fosse mais sensato

seria bom… senso

Sensatez perdida em um ato sensato

para lembrar que o senso

era pura sensatez.

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